Canabinoides em autismo: o que o ensaio de prova de conceito permite afirmar
O ensaio randomizado e controlado por placebo de Aran et al. (2021), com extratos de cannabis em transtorno do espectro autista (TEA), teve um desfecho co-primário favorável e outro sem diferença; os próprios autores classificaram a evidência de eficácia como "mista e insuficiente". Essa leitura delimita o valor clínico dos resultados sem descartar a relevância de investigar formulações canabinoides no TEA. Aran et al. (2021) conduziram um ECR de prova de…